Pular para o conteúdo principal

O LEGADO FREJAT

Foto: Internet


Com uma sensação de vazio político, muitos dos servidores público do Distrito Federal viram na desistência do médico Jofran Frejat uma indicação para se indignar ainda mais e votar em branco ou nulo. Não sugiro isso, afinal isso mantém o status quo.

Mas, o Bom Velhinho deixou alguns ensinamentos e reflexões que fiz nesses dois últimos dias.

01 - Não se deve aliançar com quem tem histórico de traição, mas principalmente com quem pode ser preso a qualquer momento. "Diga com quem tu andas que direi se irei contigo";

02 - Devemos sempre estar atentos aos conselhos da família, são eles nossos verdadeiros amigos;

03 - Saber quando recuar, não há governo ou poder no mundo que possa justificar sua paz interior. Principalmente quando se tem nos bastidores do seu partido alguém(s) com fome insaciável pelo erário público;

04 - Saber que mesmo tendo apoio popular você pode não chegar;
05 - Que mesmo não estando na estrutura partidária ou coligação, pessoas como ele podem influenciar definitivamente no resultado. E que transferir votos, não é tão simples assim e  causa uma verdadeira guerra pelos despojos.

O que nos resta saber é quem saberá ocupar o vazio deixado por Frejat, mas principalmente quem terá a competência para abraçar suas idéias. 

Hamilton Silva é Jornalista



Leia também

A CORAGEM DE UM PRÉ-CANDIDATO; PILOTO "VAI IDOSO"

BLOG É VIGÉSIMO SÉTIMO MAIS ACESSADO NO DF EM JUNHO

MOBILIDADE: PALAVRA QUE SUGERE MODERNIDADE E DESENVOLVIMENTO, MAS QUE É TRATADA COMO TEMA DO SÉCULO PASSADO

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as