Pular para o conteúdo principal

PATO NOVO NÃO MERGULHA FUNDO? MERGULHA

foto:internet

Frase usada para sugerir cautela, talvez caberia a este governo MERGULHAR RASO, todavia a crise econômica requer ousadia, criatividade e coragem para ir "mais fundo". E Ibaneis tem. O candidato que chegou a ser classificado como outsider parece ter ajustado as velas do barco.

Há nos corredores dos palácios de Brasília um burburinho de que o ex-governador José Roberto Arruda tem influenciado o atual governador Ibaneis Rocha(MDB). Não creio no retrocesso temporal e circunstancial. É sabido por todos que muitos gestores, principalmente os bons, tentam  apropriar-se de coisas boas como sendo criadores, por exemplo, da conduta moral chegando ao ápice quando esmiuçam o sistema de  compliance em suas administrações públicas. Nada mais que obrigação.

Veja minha participação no Programa Diário do Poder da TV Genesis onde comento sobre o Governo  Distrital onde ressalto a independência do governador eleito com 69,79% dos votos, Ibaneis Rocha(MDB).
Há um ditado na publicidade de que nada se cria, tudo se copia. O governador , com todo respeito não pode dar ouvidos a quem surrupiou por duas vezes a confiança da justiça e do eleitor brasiliense. Copia-se ou implementa-se os projetos testados e resultaram em políticas públicas que geraram ou geram conforto, comodidade e resolutividade para o cidadão contribuinte. Fato é a boa passagem gerencial de Arruda, mas sua capacidade de influenciar findou? Principalmente pelo fato de vários auxiliares do atual governo terem sido daquela gestão e o próprio Programa de Governo do ex-governador ter sido enviado ao advogado governador.

O roubar, mas faz é coisa do passado e ainda assombra o presente, deve ser enterrado com os julgados e condenados pela justiça.

Com uma gestão ainda em transição de socialista para  liberal, o governador tem inúmeros feitos que precisam ser ressaltados diante das dificuldades encontradas. Sobre o rombo deixado não se admite mais falar. Rocha disse por várias vezes focar no alvo. O cidadão, o povo
Nas administrações regionais a batalha por cargos continua e parece um problema insolúvel.
A Câmara Legislativa do DF, não é puxadinho do Executivo, mas alguns poucos deputados se sentem assim; como se fossem.  

Turismo: 

Visível a Gestão da secretária Vanessa Mendonça à frente da pasta que é mola propulsora de geração de empregos veremos mais adiante os números.

Economia:

O governo enviou está semana o PPA ao legislativo local com perspectivas positivas, a receita total do Distrito Federal com os recursos do FCDF, o Governo do Distrito Federal disporá para 2020 de um montante de R$ 43,102 bilhões. Se tudo ocorrer conforme o comando da pasta teremos investimentos e melhoria de vida de quem mora por aqui. Já que Rocha enfrenta resistência de toda ordem, inclusive dos Tribunais para implementar suas políticas. 

Funcionalismo: 

Talvez os mais insatisfeitos, sem aumentos e pagando alto preço da crise econômica, os sindicatos mantêm as mesmas estratégias suicidas de 20 anos atrás expondo os servidores a riscos desnecessários. 

Gestão compartilhada:

Parece polêmica? mas é de longe a grande 'sacada' do governo Ibaneis Rocha, que atende os anseios de melhoria e por isso deverá ser ampliado. As resistências enormes das corporações sindicais, pais e até do crime organizado não poderão vencer o que o governo federal ambiciona copiar. Já escrevi sobre isso.
foto:internet

Saúde:

Ainda com a ajustes a serem feitos o IGES tem dado esperança de melhorias. As mudanças de algumas peças na direção da Rede de Saúde Pública levaram a mensagem de que o governo não está para brincadeiras. 

Segurança pública:

O funcionamento de delegacias 24h é sem dúvida o grande feito do GDF devendo ser ampliado, cabe destacar o excelente trabalho do Dr. Anderson Torres cobiçado pelo presidente da República para chefiar ao PF. 

Infraestrutura:

O SOS Brasília se diferencia dos demais programas, pois é de longe o que mais se dá resultados. Vicente Pires, Rodoviária do Plano Piloto e outras obras de asfaltamento e infraestrutura estão notórios. Aguardemos as primeiras chuvas. 
  • 3,7 mil lâmpadas de LED foram instaladas; 
  • Em Vicente Pires, os investimentos chegaram a R$ 462 milhões;  
  • O Sol Nascente recebeu asfalto e drenagem da chuva;
  •  Bernardo Sayão, no Guará, começou a ser asfaltado e drenado, com aporte de R$ 56 milhões;
  • O alargamento da Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG); 
  •   O viaduto do Eixão foi entregue pelo governo após recebê-lo com apenas 24% de conclusão;
  • A revitalização da W3 Sul;
  • As reformas do Centros de Atendimento ao Turista (Asa Norte, Asa Sul e na Praça dos Três Poderes).
foto:internet
Viaduto do Eixão foi uma das grandes tragédias recentes que chocaram o Brasil
Aparentemente é pouco, mas não é. Podemos escrever uma lista, também longa do que ainda falta, mas vamos ser propositivos.

Não sou dos mais otimistas quanto aos resultados práticos de muitas ações governamentais, não pelo Rocha mas muito mais pelas entranhas do sistema clientelista e corporativista que aparelhou toda estrutura estatal dos dois últimos governos, talvez por isso, um mergulho mais fundo do governador em questões polêmicas como desestatização e enfrentamento com sindicatos e servidores tornou-se tão necessária para uma administração mais eficiente e eficaz.
Fato que o bem de nossa cidade precisa e deve prevalecer sobrepondo interesses meramente corporativistas para preservação das próximas gerações empreendedoras capaz de desenvolver melhor qualidade de vida e produtividade sustentável da Capital do Brasil. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Notícias do Planalto Central

Simbologia  A imagem (foto) marcante e mais simbólica da semana foi sem dúvida nenhuma a do governador Ibaneis Rocha na Ceilândia cercado de políticos "peso pesados" da Capital. Ladeado de Flávia Arruda (PL) o encontro sinaliza para uma aliança sólida neste ano de 2022.  'Puliça' O encontro de Ibaneis foi no reduto mais cobiçado da Capital, a Ceilândia (maior colégio eleitoral do DF), onde a foto fala mais do que qualquer palavra. O anfitrião,   o delegado Fernando Fernandes estava com sorriso de orelha a orelha com apoio e prestígio. O delegado deverá se filiar ao partido Republicanos com a benção de Ibaneis.  Volta à Cena O empresário e ex-senador  Luiz Estevão que agora goza de liberdade volta aos pouquinhos à cena política e parece já influenciar definitivamente alguns poucos  políticos da Capital, principalmente os distritais. Luiz tem política nas veias e participou discretamente de algumas "confras" ao lado da esposa Cleucy.   Decisão Fraga erra na tá

Coluna: Notícias do Planalto Central

Ex-governador Rollemberg Marketing reverso Na última semana de 2021, antes de assumir sua candidatura a deputado federal o ex-governador Rodrigo Rollemberg publicou um vídeo em que dizia do quanto dá trabalho cuidar das suas bezerrinhas. Fico imaginando o quanto é trabalhoso cuidar do seu curral eleitoral . Em tempo: no vídeo o político aparece todo sujo de esterco. Carnaval Atendendo a oração de muitos e mais ainda ao avanço de uma outra onda do vírus chinês o governador Ibaneis Rocha(MDB) cancelou o Carnaval de rua no DF. Ontem o vice Paco Britto anunciou não descartar um novo lockdown. "Saúde acima de tudo!"   Evangélicos Viver um paradoxo real é também ato de fé, na proporção em que a falta de Carnaval faz mal ao comércio e ao turismo da cidade, a pandemia do vírus chinês também faz mal à população deixando um rastro de pobreza (desemprego) e morte . O discurso dos evangélicos com referência ao fechamento das igrejas precisa encontrar um ponto de convergência ou

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as