Pular para o conteúdo principal

CANDIDATURA DE DELMASSO DENOTA CONSISTÊNCIA

Foto: internet-Hamilton
Delmasso constroe plataforma que valoriza a Instituição

Enquanto o PDT bate cabeça com seus candidatos defendendo seus nomes e suas candidaturas próprias e até  envolvendo o executivo na escolha dos candidatos à presidência da CLDF, Rodrigo Delmasso(PRB) em entrevista na tarde desta segunda-feira(19) ao portal Metrópoles sedimenta e demonstra consistência em  suas ações; primeiro se articulando com os partido representados pelos deputados eleitos e segundo pela  plataforma gerencial montada pelo distrital.

O deputado de segundo mandato demonstra maturidade para presidir o poder legislativo local, quando diz:


Colocamos nosso nome com um objetivo,com o objetivo de ter um projeto para a Câmara Legislativa, eu não estou colocando o nome do Delmasso, nós estamos defendendo um projeto para a Câmara Legislativa.                                                                                                                                                                                        
 Delmasso construiu sua plataforma baseado nos três pontos que se seguem: 
01 - Fortalecimento dos mandatos que iniciam a legislatura em 2019, de maneira que se valorize as Comissões temáticas da CLDF, e que as pautas de discussões sejam definidas pelo Colègio de Líderes e não pelo presidente da casa;

02 - Que a Câmara Legislativa do DF assuma o protagonismo ao combate dos principais problemas do Distrito Federal; o distrital vai além quando cita o problema do desemprego e sugere uma discussão de uma reforma tributária com base na equiparação dos impostos do estado de Goiás, para transfomormar o DF mais competitivo e sendo assim valorizar o poder aquisitivo do contribuinte brasiliense.

03 - O deputado propõe uma aproximação da Câmara Legislativa com a população para dirimir os possíveis conflitos que a sociedade possui para com poder legislativo, estreitando assim as relações eleitor/instituição.

As candidaturas parecem se desintegrar com o passar dos dias e a chegada de janeiro. Todavia os articuladores garantem que muita água vai passar por debaixo dessa ponte,

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.