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O GOLPE QUE ESQUERDA ENFIA NOS ACADÊMICOS E SUAS DISCIPLINAS FACISTAS

foto divulgação
JÁ SÃO NOVES UNIVERSIDADES QUE ENSINAM MENTIRAS.
Resmungar por todos os cantos possíveis é bem mais fácil para eles se dizerem vítimas de uma ilegalidade do que admitirem que Dilma Rousseff cavou sozinha a sepultura do seu mandato, sob os olhares complacentes do partido, que viu o desastre se aproximando e não agiu incisivamente para evitar a pior derrota da esquerda brasileira desde 1964.

Os petistas e muitos dos "esquerdopatas" terão de fazer a autocrítica obrigatória nessas situações, aquela autocrítica que eles estão nos devendo desde 31 de agosto de 2016, quando Dilma foi privada definitivamente do seu mandato.

Como o processo de impeachment cumpriu, uma por uma, todas as etapas que a Constituição determina, quem tantas velas acendeu no altar da democracia burguesa e dos valores republicanos foi simplesmente cínico ao arguir golpe como desculpa para esquivar-se de suas responsabilidades históricas., atacando a Lava Jato  e esperneando nas redes sociais.

Não satisfeitos, tentam se embrenhar nas salas de aulas de  universidades visando um retorno nas formulações e higienização das mentes pensantes juvenis.

Saber  valorizar a pluralidade e a idéia da universidade como local de liberdade e de debate não os fazem os únicos detentores da verdade, principalmente querer implementar um sofisma construída de maneira sórdida e covarde, fundamentadas nas mentiras 

  1. A Nova Direita Radical e a Ascensão do Parafascismo,
  2. A Campanha pela Deposição de Dilma, Possibilidades de Reforço da Resistência Popular e de Restabelecimento do Estado de Direito e da Democracia Política no Brasil,
  3.  A Campanha pela Deposição de Dilma: a mídia,
  4.  A Campanha pela Deposição de Dilma: o Judiciário e a Lava Jato e O projeto do governo Temer: retirada de direitos.

Algum professor em sua faculdade mental tem o dever de alertar e debater a verdade  ocorrida, sem paixão, sem o rancor e raiva desferidos pelos petistas contemporâneos de Zé Dirceu. As disciplinas descritas acima estão mais para panfleto bolchevique de 1912, do que para uma grade  acadêmica de 2018, sensibilizada com a evolução e aprofundamento do debate qualitativo, real e verdadeiro da história recente. Ô pessoalzinho atrasado e difícil. Pelo contrário, partidarizou-se a universidade como se desejavam fazer no ensino fundamental e médio da rede pública.

As universidades são espaços de maioria esquerdista, isso dificulta a pluralidade no debate. A universidade deve ser compreendida como espaço de alargar os horizontes e não como lugar de formar militância. Um jovem graduando deve ter direito a um ensino mais rico do ponto de vista cultural e político. O ensino de política e economia nas áreas de Humanas nas universidades é equivocado porque tende a ocorrer doutrinação.


Hamilton Silva é Diretor Relações Institucionais da Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política -ABBP,  jornalista e economista DRT 11.815/DF



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