Pular para o conteúdo principal

Artigo: Os palhaços e coringas que surfam na segunda onda do covid-19

 



Insignificantes politiqueiros do DF fabricam tragédias para surfar na onda do politicamente correto


Muitos são os que anseiam pela principal cadeira do Palácio do Buriti, muitos até que se intitulam como sendo “novo”, mas que de novo não tem nada. Isso mesmo.

Alguns poucos histéricos usaram do mesmo expediente dos atrasados e corruptos partidos de esquerda quando, no domingo passado, acamparam sua militância na frente da casa do governador Ibaneis Rocha (MDB) para ganhar um pouquinho de atenção do poderoso eleitorado brasiliense e da mídia local.

A abstinência de poder é grande, tendo em vista que não elegeram uma bancada relevante no Legislativo local capaz de desequilibrar o jogo. Agora, apelam para as malandragens da militância jurídica.

Um advogado que ninguém conhece, um biólogo e um professor militantes do partido Rede entraram na Câmara Legislativa nessa sexta-feira (5) com pedido de impeachment do chefe do Buriti. Com apenas 6.578 votos, a Rede quer dar um golpe na população.

Pautados pelo site O Antagonista, conhecido perseguidor das autoridades e financiado por esquerdistas, para insuflar um pedido de impedimento extemporâneo e intempestivo estes são os palhaços a que me refiro no título.

Parece até piada pronta, mas querem um impeachment do governador por causa da matéria que fala sobre o patrimônio dele.

Ser rico e poderoso faz mal e engorda, não é? Temos que ser pobres, não podemos prosperar, sendo eternamente dependentes dos “auxílios”. Canalhas!

Desculpem-me a acidez, mas é revoltante pedir impeachment durante uma crise tão grave e peculiar, é preciso ser demente para pensar em showzinho num momento tão crítico da sociedade mundial.

Vamos aos argumentos usados para fundamentar o pedido que é tão ridículo quanto aqueles que o escreveram:

A ação cita reportagem de fevereiro da Crusoé, que revelou um empréstimo de R$ 6 milhões firmado entre o escritório de Caio Rocha – filho de César Asfor Rocha, ex-presidente do STJ – e o escritório de advocacia do governador. Caio Rocha teria repassado os R$ 6 mi ao escritório de Ibaneis mediante a garantia de que faria jus a 10% do valor de uma longa lista de precatórios que o escritório tem a receber.

O advogado Ibaneis Rocha tem que fechar o escritório enquanto governa? Ele construiu a carreira advogando e trabalhando com precatórios. Tenho certeza absoluta que o chefe do Buriti não precisa de defesa, ele sabe se defender muito bem, todavia, esses ataques só endossam as suas ações enquanto Governador. “Dependendo de onde vem a crítica, é elogio”, já diz a famosa frase.

A Associação de Medicina Intensiva Brasileira do Distrito Federal (Amib-DF) divulgou que “o papel do CRM-DF deveria ser em prol de garantir as melhores condições possíveis para salvar vidas” e não ficar fazendo politicagem e julgamentos às medidas sanitárias. Os intensivistas que estão na linha de frente convergiram com a decisão do governador pela defesa do lockdown. Estes nas histórias em quadrinhos seriam o Coringa.

Os oportunistas não se cansam de gerar onda atrás de onda para puxar o tapete de Ibaneis e sabotando um dos governos mais bem sucedidos da história do DF, não se importando com as consequências. Pense no caos, caso isso fosse acolhido pela CLDF. Pensou? Não será acolhido pela CLDF, mas eles irão tentar novamente. Faz parte do caráter dessa gente.

Nenhum país, nenhum governo tem plano pré-estabelecido para gerir uma pandemia tão grave quanto a que estamos passando. O método é tentativa e erro, haja vista a quantidade de divergências na ampla e diversificada comunidade médica.

Dentro de uma metodologia subjetiva de bom senso podemos avaliar o governo Ibaneis como sendo muito bom. Mais acertos do que erros. Não há governo perfeito, não há governante perfeito, todavia, coloquemos friamente na balança e pensemos racionalmente.

*Hamilton Silva – economista, jornalista e pós graduado em finanças públicas

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Notícias do Planalto Central

Simbologia  A imagem (foto) marcante e mais simbólica da semana foi sem dúvida nenhuma a do governador Ibaneis Rocha na Ceilândia cercado de políticos "peso pesados" da Capital. Ladeado de Flávia Arruda (PL) o encontro sinaliza para uma aliança sólida neste ano de 2022.  'Puliça' O encontro de Ibaneis foi no reduto mais cobiçado da Capital, a Ceilândia (maior colégio eleitoral do DF), onde a foto fala mais do que qualquer palavra. O anfitrião,   o delegado Fernando Fernandes estava com sorriso de orelha a orelha com apoio e prestígio. O delegado deverá se filiar ao partido Republicanos com a benção de Ibaneis.  Volta à Cena O empresário e ex-senador  Luiz Estevão que agora goza de liberdade volta aos pouquinhos à cena política e parece já influenciar definitivamente alguns poucos  políticos da Capital, principalmente os distritais. Luiz tem política nas veias e participou discretamente de algumas "confras" ao lado da esposa Cleucy.   Decisão Fraga erra na tá

Coluna: Notícias do Planalto Central

Ex-governador Rollemberg Marketing reverso Na última semana de 2021, antes de assumir sua candidatura a deputado federal o ex-governador Rodrigo Rollemberg publicou um vídeo em que dizia do quanto dá trabalho cuidar das suas bezerrinhas. Fico imaginando o quanto é trabalhoso cuidar do seu curral eleitoral . Em tempo: no vídeo o político aparece todo sujo de esterco. Carnaval Atendendo a oração de muitos e mais ainda ao avanço de uma outra onda do vírus chinês o governador Ibaneis Rocha(MDB) cancelou o Carnaval de rua no DF. Ontem o vice Paco Britto anunciou não descartar um novo lockdown. "Saúde acima de tudo!"   Evangélicos Viver um paradoxo real é também ato de fé, na proporção em que a falta de Carnaval faz mal ao comércio e ao turismo da cidade, a pandemia do vírus chinês também faz mal à população deixando um rastro de pobreza (desemprego) e morte . O discurso dos evangélicos com referência ao fechamento das igrejas precisa encontrar um ponto de convergência ou

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as