Pular para o conteúdo principal

PRESIDENTE DO BRB CONFIRMA CONCURSO PARA ABRIL E DESCARTA PRIVATIZAÇÃO DO BANCO

Foto: RADARDF

 Em entrevista ao Radar nesta quarta-feira (20), o presidente do BRB, Paulo Costa confirmou a realização do concurso para o preenchimento de 113 vagas para as principais carreiras do banco com o objetivo de chegar a um cadastro reserva de mais de duas mil pessoas. O certame ocorrerá no próximo mês de abril. Ele garantiu ainda que o banco não será privatizado e que o compromisso do governador Ibaneis Rocha é de expandir e de fortalecer o BRB

O novo presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, desde que assumiu o comando do BRB, a exatos 49 dias, tem se debruçado em três grandes tarefas: a de realizar um novo concurso público, cujo edital será divulgado em abril; expandir o crescimento do BRB, inclusive na região metropolitana e na região Centro-Oeste; e a  de aplicar mudanças significativas que visem o fortalecimento da imagem e da credibilidade da instituição financeira.
O último concurso feito pelo BBR aconteceu em 2013 quando ofertou vagas apenas para cargo de Analista de Tecnologia da Informação.
O presidente garantiu que os classificados no  concurso voltado para as principais carreiras do banco, a ser realizado no próximo mês, serão chamados ainda este ano.
Paulo Henrique Costa voltou a sustentar que a história da privatização, que tanto assombra os mais de 3 mil servidores do banco estatal, está completamente descartada.
“O compromisso feito pelo próprio governador Ibaneis é de que o BRB cresça,  se fortaleça e que seja o protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano do DF. A minha missão, como presidente do banco, é trabalhar para isso. Então está descartada essa história de privatização”, pontuou.
Ele disse que a realização do concurso transformará o BRB em um banco mais ágil, moderno com o foco na melhoria do atendimento aos clientes.
Paulo Henrique Costa, que é formado em administração de empresas e que foi vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital da Caixa Econômica Federal – banco em que ele trabalhava desde 2001, ressaltou ainda que a intenção do concurso é selecionar mais profissionais com habilidades compatíveis aos novos desafios do mercado financeiro.

Fonte: Radar DF

 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as