COM BAIXO DESEMPENHO A CLDF TEM O DEVER DE ELEGER UM PRESIDENTE FORTE

A pressão social se dá através de projeto "Câmara+Barata" dentre outros e a colheita de assinaturas  para a apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular (Plip) que acaba com a verba indenizatória.


Com leis inconstitucionais, excesso de homenagens e baixa produtividade, a Câmara Legislativa do Distrito Federal necessita de uma mesa forte e com expressão junto ao Executivo, ou seja, de uma parceria com Secretarias estratégicas do GDF, mas mantendo sua autonomia política.

Mas como isso é possível?
O FRACO desempenho do Governo que sai, teve seu auge produtivo quando, em parceira com a CLDF, uniram esforços em prol da sociedade e  aprovaram algumas matérias importantes.

Não há, felizmente,  ação com eficácia nas atribuições da Câmara sem o debate com a sociedade e muito menos com o Executivo local, mas isso não quer dizer uma interferência naquela Casa Legislativa por parte dos outros poderes, Executivo e judiciário.

O fraco desempenho se dá, por um lado, quando elegem, para a presidência da CLDF,um deputado sem projeto ou sem compromisso de fortalecimento da instituição, ou seja, limitando-se em contemplar anseios clientelistas e corporativos.

A CLDF tem seu papel na democracia candanga e carece de um projeto macro fortalecendo seu pepel enquanto capital federal e missão administrativa, abrigando diversas autoridades nacional e mundiais. Isso corrobora para elaboração de uma legislação tributária (Ibaneis vai reduzir impostos aos níveis de 2013) mais eficiente e que atenda os moradores de nossa cidade, melhoria no relacionamento e interface com o contribuinte (comunicação) e ainda um protagonismo no debate de soluções imediatas para soluções que deprimem nossa economia objetivando a diminuicao dos altos índices de desemprego.

Observem todos; quem arregimentou mais votos, quem teve sua votação diminuída e quem não foi eleito. Na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, os partidos que têm a maior bancada geralmente ocupam a presidência das duas casas. Como seis legendas empataram na quantidade de parlamentares eleitos na CLDF, o critério de desempate é a quantidade de votos. Sendo assim, caso a regra de representatividade seja colocada em prática, o PRB deve ocupar a presidência do Legislativo local. Todavia o MDB, tem se demonstrado forte nas articulações para encampar uma candidatura vencedora. 
 
Isto posto, e com o adiantar das articulações para eleição da mesa, cabe salientar que os deputados de primeiro mandato terão papel preponderante junto ao processo eleitoral escolhendo um deputado experiente, conhecedor do Regimento Interno e dos processos de discussão dos temas prioritários e relevantes, com acesso ao gabinete do governador eleito. Os partidos políticos ali representados cabe decifrar o recado dado nas urnas, mais que isso, honrar a confiança depositada pelos eleitores que passam uma procuração para os eleitos os quais deverão agir como os eleitores agiriam.

Para fechar esta reflexão, muitos dos rumos da cidade deverão trilhar uma rota sem contra tempos no qua diz respeito ao projeto de alcar nossa economia e serviços públicos aos patamares que a cidade merece, o da excelência.


Hamilton Silva é jornalista (DRT-11.815) e além de servidor público é diretor da Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política


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