BOLSONARO PRESIDENTE, IBANEIS GOVERNADOR E O AMBIENTE HOSTIL QUE OS ESPERA



Faltando doze dias para o FIM da votação no segundo turno já se pode arriscar um palpite assertivo,se é que isso existe, que os vencedores estão definidos por associação às pesquisas, mas principalmente pela sensibilidade que o comportamento dos eleitores sinalizam.


Ibaneis Rocha(MDB) vence em Brasília e Bolsonaro (PSL) vence no Brasil. Sem querer adivinhar ou exercitar o sentimento do já ganhou antecipado, é preciso projetar o cenário dos vitoriosos e também dos derrotados (SE FIRMARÃO NA OPOSIÇÃO EM SU GRANDE MAIORIA), para que um planejamento positivo reforce os governos vitoriosos no âmbito federal e local.

Jair Bolsonaro terá pela frente um país  devastado economicamente, mas terá desafios ainda maior na condução de uma mudança de hábitos e costumes. A confiança de investidores será retomada pela estabilidade política e pelas promessas de campanha, algumas, aprovadas pelo Congresso Nacional.

Na pesquisa divulga ontem consolida o Jair Bolsonaro em primeiro lugar e enterra de vez as chances do PT voltar ao poder. Matematicamente ainda existe uma chance, todavia a rejeição de Fernando Haddad é muito superior ao de Bolsonaro.


O Distrito Federal terá um governo do MDB com um presidente do PSL. O general Paulo Chagas já se posiciona balizado em 110.973 votos. 


Devastação ainda maior está no Distrito Federal onde Ibaneis Rocha enfrentará  um desafio não muito diferente do presidente eleito. Com conteúdo assertivos e direcionados,  o candidato ao Buriti deverá estabelecer diálogos com segmentos sociais e econômicos abandonados pelo atual governador e firmar um pacto com o legislativo local com vistas a aprovar medidas que podem levar o DF à novos horizontes.


Com necessidade em  responder rapidamente as demandas políticas e econômicas, o GDF deverá discutir com o funcionalismo uma forma de resolver o passivo trabalhista herdado logo no primeiro ano sob pena de sua popularidade se dissolver.

O meu feeling eleva os números de Ibaneis acima de 80% nas próximas pesquisas. Já nas pesquisas de hoje do Correio Braziliense o emedebista aparece com 75,3%.

No âmbito federal, a oposição será sistemática, judicializada e feroz. Aqui no planalto central a oposição parece vestir farda na figura do quarto colocado na corrida eleitoral. 

O que resta saber é se os dois eleitos irão realizar suas promessas na medida das expectativas. Mas primordialmente entender a colcha de aliados  ser montada para abarcar a poderosa máquina governamental. 
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