Pular para o conteúdo principal

ANALISTAS BATEM CABEÇA, POLÍTICOS BRIGAM POR PODER E O ELEITOR ASSISTE ATÔNITO A TUDO

Foto: Internet
Acabou a copa do mundo de futebol (sem empolgação) e o que assistimos na internet, mas principalmente nos grupos de whatsapp é  uma verdadeira guerra de informação e desinformação. E o pior , parece que as agressões e proselitismos não cessam.


Analistas - Jornalistas, analistas e cientistas políticos parecem baratas tontas com tanta informação passadas uns aos outros e nada tangível. Como diria minha mãe; "Nada que se aproveite". Fato é que nem mesmo nem os experts estão a vontade com tanta imprevisibilidade. O jogo está aberto que nem mesmo os lúcidos conseguem arriscar algum prognóstico ou sinalizam um `Gran Finale`.


Políticos - Detentores de recursos financeiros, muitos deles públicos, continuam numa fome canibalesca pelo poder. Alguns deles multimilionários, passam rasteiras, puxam tapetes de possíveis parceiros com único objetivo: habilitar-se ao governo e para muitos manter suas boquinhas.

O fim justifica os meios, afinal cargos, grana (muita grana), poder e mais poder pelo poder demonstram uma desesperadora vontade de poder ainda mais.
alguns afirmam que ser político é exercer a arte do diálogo, mas na minha visão essa arte está mais para enganação, sedução e mentiras. Deixando o maior interessado fora  dessa partilha de bolo.

Alguns deles, viram radialistas, outros fazem programas via internet, mas proposta que é bom nada. Uma total desconexão com os interesses sociais.

Eleitor
O besta, o otário, a vitima? Não amigo, o eleitor é "parça": se pudesse levar uma pontinha faria sem choro nem vela.

O que ocorre é uma tremenda enganação, tudo parece resolvido, fechado e acordado. Puro teatro.

Na próxima segunda-feira já teremos um Norte, uma indicação de como alguns agentes políticos poderão se comportar devido ao prazo ditado pelo Tribunal Eleitoral do dia 05 como sendo a data de convenções partidárias. E aí, muito das especulações findam. E o pleito de outubro rompe uma fase importante: AS ESCOLHAS DOS NOMES OFICIAIS. Creia sobreviveremos.


Hamilton Silva - Jornalista/Economista

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.