Pular para o conteúdo principal

ÁGUA, O TESOURO DO NOSSO TEMPÓ

Foto: divulgação


 Tive a oportunidade de trabalhar na abertura do Fórum Mundial da água que acontece em Brasília e reúne parlamentares e autoridades do mundo inteiro. Vimos árabes, marroquinos, franceses, europeus, sul americanos , enfim, pessoas do mundo inteiro preocupadas com o maior tesouro do nosso século e que sua falta compromete a sobrevivência de nosso planeta: a água.

A água, assim como a saúde, segurança, educação e emprego, é um direito universal. Todos temos direito e não pode faltar.

Sem a água, não temos energia, sem energia, não temos todas as outras conquistas que vieram com ela e por isso a preocupação com as políticas “ verdes” como são chamadas as ações que visam a utilização racional da água para que não falte, principalmente para as camadas mais pobres da população.

 Muita coisa se falou, entre elas  a escassez das chuvas que  compromete os níveis dos reservatórios, que  deixam de gerar energia, que comprometem as  barragens , que  nos levam ao racionamento e por aí vai.

Mas de tudo o que se falou o mais importante é que de nada adianta que façamos individualmente a parte que nos cabe, ou seja, que reutilizemos as águas das chuvas, que passemos a usar 'baldinhos' ao invés de mangueiras para lavar os carros, que  tomemos banhos menos demorados, que mudemos a nossa rotina de forma a valorizar a água como um bem finito, se não for uma ação conjunta de todos. 

Ações isoladas será o mesmo que colocar cerca na sua casa achando que estará protegido de assaltos, ou que fazendo a sua dedetização as baratas e insetos não entrarão na sua casa. Apenas quando consideramos o terreno do vizinho a extensão da nossa casa estaremos de fato fazendo algo pelo nosso planeta. Como bem ficou demonstrado na logo do evento : a água de entorna das geleiras do ártico são as mesmas que banham as geleiras do sul do Antártico. Não nos enganemos mais.

Por: Walesca Borges  especial para o Blog

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.