Pular para o conteúdo principal

QUERO DEVOLVER O MUITO QUE BRASÍLIA ME OFERECEU, ME SINTO NA OBRIGAÇÃO, DIZ VALMIR CAMPELO

Deputado Constituinte, Valmir Campelo, bom de voto hoje divide legenda com o ex governador Cristóvam Buarque


Nesta segunda-feira (16), a Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP) realizou a 24ª Sabatina Política, na sala de reuniões da Associação Comercial do Distrito (ACDF) . O entrevistado desta edição foi o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Valmir Campelo Bezerra.

Campelo que é filiado Partido Popular Socialista (PPS), contou aos jornalistas porque voltou ao cenário político após 20 anos e também falou sobre os planos para 2018.

“Eu nasci com sangue político nas minhas veias. Estou saindo desta comodidade, porque gosto da política e de tentar ajudar. Quero devolver o muito que Brasília me ofereceu, me sinto na obrigação,” disse.

Eu perguntei:Por que o PPS?

“Eu procurei o PPS. Procurei todos os partidos, mas ninguém me deu guarida. Todo mundo é candidato.”

Qual foi melhor Governador de Brasília?

“Sem desmerecer os outros, para mim o melhor governador que Brasília já teve foi Elmo Serejo Farias.”

Administrações Regionais
O possível pré-candidato ao GDF disse que as Administrações Regionais estão passando por momentos de inércia e que para o desenvolvimento das cidades as RAs precisam de autonomia administrativa e financeira. “As Administrações Regionais precisam de autonomia financeira e administrativa para funcionar.”
“As Administrações Regionais precisam de autonomia financeira e administrativa para funcionar.” "O Governador tem que saber cobrar".

Sobre as Eleições 2018


Campelo disse que não há nada definido. Contudo, ele afirmou que deseja participar das eleições majoritárias. “Eu quero participar de uma administração séria e que possa devolver a dignidade dos brasilienses. As pessoas acham que os habitantes daqui são desonestos. Muitos de nós sente vergonha quando chegamos em outros Estados e falamos que somos de Brasília. A cidade sempre foi respeitada e precisamos retirar esta imagem negativa.”

Valmir Campelo, contou aos jornalistas porque voltou ao cenário político após 20 anos e também falou sobre os planos para 2018. “Eu nasci com sangue político nas minhas veias. Estou saindo desta comodidade, porque gosto da política e de ajudar. Quero devolver o muito que Brasília me ofereceu, me sinto na obrigação,” disse.

Segundo Valmir Campelo, o PPS teria sido o único partido que o recebeu embora ele tenha procurado outros previamente. “Procurei o PPS e procurei outros partidos, mas nenhum me deu guarida somente o PPS. Todo mundo é candidato.”


Campelo disse que não há nada definido sobre as eleições em 2018. Contudo, ele afirmou que deseja participar das eleições majoritárias. “Eu quero participar de uma administração séria e que possa devolver a dignidade dos brasilienses. As pessoas lá fora acham que os habitantes daqui são desonestos. Muitos de nós sente vergonha quando chegamos em outros Estados e falamos que somos de Brasília. A cidade sempre foi respeitada e precisamos retirar esta imagem negativa".


Com muita história para contar, o aposentado Valmir, relembrou muitos momentos curiosos de sua carreira política. Contou por exemplo; como José Carlos Araújo deu nome ao estádio do Gama, o Bezerrão e de como pedia emprestado material de construção ao pároco da Igreja São Sebastião na época em que era chamado de "prefeitim" pelo então governador Elmo Serejo.

Sem rusgas na carreira de mais de cinquenta anos no serviço público deputado constituinte não foi saudosista, mas de maneira gentil disse ser autor, na Constituição Federal do Fundo Constitucional. 

A ABBP tem realizado coletivas com os pré-candidatos ao Governo do Distrito Federal. Para participar entre em contato com o diretor de Relações Institucionais, Hamilton Silva – (61) 99874-4201.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.