Pular para o conteúdo principal

SENADOR HÉLIO JOSÉ ENTRA NA LISTA DOS PARLAMENTARES EM ASCENSÃO DO CONGRESSO NACIONAL

FOTO:RENAN ARAÚJO -HAMILTON SILVA

Parlamentar figura entre os 150 congressistas mais influentes do país

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) publicou recentemente, Relatório da lista dos 100 “Cabeças” do Congresso Nacional e dos parlamentares em “Ascensão” de 2017. No DF, o nome do senador Hélio José (PMDB) se destacou como parlamentar em ascensão, no poder Legislativo, juntamente com outros dois deputados federais.

Hélio José entrou para a lista de parlamentares em “ascensão” ainda em 2016 e manteve a posição em 2017. Ao todo, 50 congressistas de 19 estados brasileiros, estão entre os ascendentes. Desses, 46 são deputados e quatro senadores que somam aos 100 “Cabeças”, os 150 políticos com mandato no Congresso Nacional mais influentes do país.

Como funciona?
Se destacam como os “Cabeças”, parlamentares que se diferenciam dos demais, no exercício do mandato. “Entre os atributos que caracterizam um protagonista do processo legislativo, destacamos a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”, explica o DIAP no relatório.

Os parlamentares em “ascensão”, por sua vez, são aqueles que cumprem bem missões partidárias, políticas ou institucionais; buscam abrir canais de interlocução, espaços próprios e se destacam no exercício de lideranças formais e informais, no âmbito do Parlamento. Ainda segundo o DIAP, também integram esse grupo, “deputados ou senadores que já fizeram parte dos “Cabeças” mas, por razões circunstanciais, perderam interlocução”.

A ascensão de Hélio José, ex-suplente do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) também é endossada pela participação popular. O site Políticos.org.br, plataforma que compara os deputados e senadores, com participação de cerca de 700 mil pessoas em todo país, coloca o parlamentar na primeira posição entre a bancada do DF no Congresso Nacional. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.