Pular para o conteúdo principal

NOVE PONTOS DE UMA VERDADEIRA REFORMA POLÍTICA

FOTO: INTERNET - HAMILTON SILVA

Os políticos nos últimos dias, depois de livrar a pele do presidente da república, tem exercitado partes de seus cérebro para criar alternativas de se "garatirem", ou seja, tentam a todo custo, isso mesmo, custo, construir uma REFORMA POLÍTICA para ser chamada de reforma. o que estão aprovando nessa semana na Câmara dos Deputados não passa de perfumaria.

Caso o debate fosse algo sério, ou melhor, se nossos parlamentares o fossem teríamos o seguinte debate:


Nove pontos de uma verdadeira REFORMA POLÌTICA

  1. Acabariam com o voto obrigatório a vontade de praticar a cidadania deve ser espontânea e até prazerosa, afinal escolher nossos representantes é estar envolvido diretamente no processo de evolução da sociedade.
  2. Discutiriam de forma definitiva o fim da contribuição financeira pública ou privada, cada candidato deveria se financiar. O Estado não se compromete com a eleição de nenhum deles ( ATÉ  PORQUE O CIDADÃO NÃO CONCORDA EM FINANCIAR CANDIDATOS);
  3. Acabar com a campanha em rádio e TV. ACABAR MESMO O TERMO CORRETO É O FIM DA CAMPANHA NO RÁDIO E TV QUE SE CHAMA GRATUITO MAS DE GRATUITO NÃO TEM NADA E QUEM PAGA SOMOS NÓS, CIDADÃOS;
  4. A divulgação da plataforma de trabalho ( SERIA ) divulgada apenas em santinho e palanque ( COMO É FEITO NA EUROPA);
  5. A campanha se limita ao local onde o candidato reside, ( OU SEJA, ELE DISPUTA COM PESSOAS RESIDENTES  NO LOCAL ONDE VIVE E DOMINA DE FATO OS PROBLEMAS DA COMUNIDADE LOCAL E JÁ DEVE SER CERTAMENTE UMA LIDERANÇA LOCAL )vide VOTO DISTRITAL MISTO;
  6. Caso a personalidade ( O ELEITO PARA O LEGISLATIVO  FICA PROIBIDO DE MUDAR DE PARTIDO, OU SEJA, FIM DA INFIDELIDADE PARTIDÁRIA);
  7. Fica proibido autoridade eleita abandonar o cargo para o qual foi eleito e assumir outro cargo em órgão do executivo;
  8. Fica proibida a posse de suplente sem voto ( A SUPLÊNCIA SERIA OCUPADA PELO SEGUNDO MAIS VOTADO);
  9. Fim da figura do vice em todos os níveis ( EM DESUSO E QUE SE JUSTIFICAVA NA ÉPOCA DA DITADURA)
Por: Walesca Borges & Hamilton Silva

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as