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SEIS MOTIVOS PARA NÃO TER FAVORITOS AO BURITI

Foto: Blog do Donny Silva - Hamilton Silva
Os cinco maiores partidos influentes do DF renovaram aliança visando o Buriti ano que vem, estavam presentes os seguintes presidentes: Izalci Lucas (PSDB), Alírio Neto(PTB), Alberto Fraga(DEM), Tadeu Filipelli(PMDB) e Roney Nemer (PP).


01 - Reguffe
Mesmo afirmando veementemente que não será candidato e que irá honrar seu mandato, o senador Antônio Reguffe (Sem Partido) aparece em todas as pesquisas espontâneas. Caso o eleitor continue manifestando  o desejo de tê-lo na chefia do Buriti, todo esse quadro dificulta o projeto do ex-secretário Frejat.
02 - Fraga
Com todas as condições técnicas de liderar o segmento de "direita" e vir a se consolidar como sucessor de Rollemberg o coronel da reserva Alberto Fraga (DEM-DF), vem se enrrolando e tropeçando em suas próprias pernas, mas se destaca quando falamos em oposição à modesta gestão socialista na capital. 
03 - Izalci
É  efetivamente a única de todas as pré-candidaturas que tem se pautado na discussão de um projeto de desenvolvimento com uma agenda de construção de plano de governo. O fôlego pela corrida parece não ter fim, todavia várias são as nuances que o impedem de chegar, por exemplo,  auma possível intervenção do PSDB Nacional na aliança local.  
04 - Alírio
Conquistando espaços, principalmente junto a  setores da sociedade que não querem nenhum dos citados acima, Alírio capitaliza a rejeição dos poucos nomes que ainda ousam no pleito desgastante que se aproxima. O Presidente do PTB local deverá ser uma espécie de coringa caso não encabece a chapa principal, a de governador, já que não podemos esquecer que ainda teremos mais duas vagas para o Senado e uma para Vice-Governador.
05 - PMDB
Sem um nome, mas com poder de decisão e influência o ex-ViceGovernador, Tadeu Filipelli, não se omite e terá papel preponderante na escolha ou adesão do próximo governo.
06 - Esquerda
Com processo muito diferente na escolha dos seus candidatos, PT, PSOL e companhia parecem não se entenderem. Com problemas na constituição de novos  quadros,  estes partidos ,talvez figurem como   coadjuvantes nas eleições de 2018. Muito complexo reverter o secundarismo que os ronda  e devem permanecer focados na "única" vaga que terão chances de ganhar: a do Senado Federal.  
Por fim, concluo que todas  essas razões levem o eleitor do Distrito Federal a fazer um exercício de acompanhamento e estudo dos nomes disponibilizados pelo atual sistema político eleitoral. Os políticos sempre se reinventam. O pior cenário é aquele em que o financiamento das campanhas irão sair dos cofres públicos. Se alguém esperava renovação política em 2018, pode esquecer... A reforma construída nesse momento no Congresso Nacional tende a aprovar o tal "Distritão", modelo que irá favorecer aquele candidato que tem de 7 mil votos para cima, reduzindo drasticamente o número de candidatos por legendas, isso na eleição proporcional.

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