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CONVENCIDO DA IMPORTÂNCIA DOS BLOGUEIROS ROLLEMBERG MANTÉM SEU DISCURSO


Com muito espaço na grande mídia o governador Rodrigo Rollemberg foi convencido por sua atual Secretaria de Comunicação a receber os blogueiros, jornalistas e líderes de mídia alternativa nesta manhã 20 de setembro. 

De forma cordial o governador honrou seus convidados começando com uma explanação dos problemas enfrentados por sua gestão e de medidas estruturais tomadas no sentido de resolvê-las. Falou por aproximadamente 30 minutos até abrir para perguntas. 


Com o discurso já conhecido de que os recursos são escassos, não acrescentou em nada a rotina das lamúrias e nos diagnóstico do enfermo Distrito Federal. Foi superficial em muitas respostas e deixando muitas sem resposta.

Questionado sobre a insistência em implementar as Organizações Sociais, o governador chegou a se referir com certo saudosismo o problemático ICS (Instituto Candango de Solidariedade) para dizer que até meados do governo Cristóvão Buarque, Brasília tinha um sistema de saúde exemplar. Para Rollemberg, essa é a única forma que o Governo tem hoje de suprir as necessidades dos pacientes em espera de atendimento na rede pública, já que a lei de responsabilidade fiscal o impede de fazer contratações. Não tinha noção que mais de 15mil crianças aguarda atendimento no Hospital da Criança.


A maior autoridade do DF reclamou dos médicos que fizeram o último concurso público para pediatra e não assumiram deixando um déficit de 70% nessa especialidade.


Apesar da quantidade de problemas que a cidade apresenta o governador aparenta conhecer todos, mas na verdade alguns de muita visíbilidade o governador disse desconhecer, por exemplo a construção de um viaduto que liga as RAs (Região Administrativa) de Itapõa e Paranoá.



Outro tema bastante difundido na entrevista concedida aos blogueiros e que tomou bastante tempo do governador, sim pois suas assessoras diretas pareciam aflitas com horário, foi o da segurança pública. Indagado sobre o fechamento do Batalhão de Samambaia afirmou que estava tirando oficiais da parte administrativa e burocrática e colocando nos serviços de rua. E trouxe números positivos para fundamentar a diminuição dos índices de violência em seu governo. Questionado sobre os salários e a defesa de isonomia dos políciais civis e policiais federais, feita antes de se tornar governador, foi enfático ao afirmar que a grave crise econômica fez com que as coisas mudassem e que o governo federal estava ciente dos problemas que afetam a capital.
Dentro da urbanidade exigida e do tempo limitado temia-se por perguntas que constrangessem a autoridade fato que não ocorreu.


Aberto o diálogo excepcionalmente o governador não respondeu satisfatoriamente quando indagado sobre a verba publicitária dispensada pelo GDF, assunto que encerrou a reunião.









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