OPINIÃO:UMA ILHA QUADRADA FORA DA ELEIÇÕES "sqn"

Hamilton Silva: Economista e Blogueiro
Fico morrendo de rir dos debates sobre a política que envolve o entorno do Distrito Federal. Em primeiro lugar pelo exercício de "adivinhação" e masturbação ideológica com que os analistas, jornalistas e políticos debatem o assunto de maneira  responsável e periférica  acertando o alvo do politicamente correto  esse "causo" eleitoral. Vamos ser mais criativos.Mais honestos com os problemas nevrálgicos e mais sensatos com os programas de governo.

A situação do processo eleitoral, mesmo com as reformas superficiais que estão sendo implantadas nesse pleito não atingem de maneira satisfatória a cultura do "toma lá da cá", apesar de acompanhar a distância visualizo uma campanha mesquinha da mesma forma das anteriores com avaliações pífias e rasas sem avaliar de forma definitiva os programas de governo quem muitos nem tem.. 

As sociedades interessadas (brasiliense e goiana) nessas eleições parecem embriagadas pelo apetite dos candidatos. Seduzidos sim comprados nunca. Não é o que parece. O poder econômico ainda prevalece nesses "currais eleitorais" periféricos que de forma dinâmica e oportunista saltam a cerca do entorno para dentro do DF, trazendo não só os votos e relacionamentos escusos, mas também os problemas sócio econômicos profundos lá gerados e enraizados. Lamentável. 

O único interesse que os políticos do DF tem em participar do processo eleitoral é mesmo  de sempre: Rastrear, cooptar e se possível comprar aqueles que se colocam à venda.

A Reforma Política que paira sobre o Congresso Nacional indica não transformar a cultura sedimentada nos fins que justificando os meios. O politico brasileiro é resultado da cultura do "jeitinho" (pejorativo) do brasileiro. 

Infelizmente, amigo,  mais uma vez cético.  
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