Pular para o conteúdo principal

LUCIANO SUASSUNA ABRE ÀS PORTAS DO GOVERNO DE BRASÍLIA PARA NOVAS MÍDIAS


LucianoSuassuna(Sec.Com)Em tempos de comunicação em rede, dialogar com às novas mídias é o desafio de qualquer governo. O secretário de comunicação de Rodrigo Rollemberg, Luciano Suassuna, tem mantido contato direto com blogueiros, editores de sites e jornalistas da web.
A transparência e divulgação dos atos governamentais, que definem a imagem externa de um líder político junto a comunidade. Na visão de Suassuna, que também é jornalista e com vasta experiência em diveros veículos, a mídia deve ter liberdade, sempre e ouvir sempre os dois lados e fazer o seu papel, levando o jornalismo sério e imparcial aos leitores.
O secretário já esteve reunido com líderes da Associação Brasiliense de Blogueiros de Política de Brasília/ABBP, do Movimento dos Produtores de Conteúdo de Brasília/MPC e outros grupos de comunicadores da internet. Isso já diferencia o secretário, que ao contrário de outros gestores, se comunica com quem está na ponta.
Suassuna, que nasceu na Paraíba, morou por muitos anos em Brasília. Trabalhou no portal IG e na revista IstoÉ e também atuou na campanha de Alexandre Padilha (PT) ao governo de São Paulo, em 2014. E agora é responsável por gerenciar Agência Brasília, Assessorias do Governo e toda comunicação de Rodrigo, de quem é amigo pessoal.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.