Pular para o conteúdo principal

BRB apoia Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2016


O projeto é realizado pela Febrafite e busca premiar as melhores iniciativas de educação fiscal do País


Promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), em parceria com a Escola de Administração Fazendária (ESAF) e com o Programa Nacional de Educação Fiscal (PNEF), será lançado, hoje(17), o Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2016.

O projeto ocorre anualmente, desde 2012, e busca reconhecer iniciativas que orientem e estimulem os contribuintes a compreenderem melhor os gastos públicos, tendo ciência, inclusive, de todos os seus direitos e deveres. 

“Apoiamos este projeto desde sua segunda edição, em 2013, e o vemos com muito bons olhos. Trata-se de uma premiação de âmbito nacional, que busca, em sua essência, estimular o entendimento do orçamento público. Acreditamos que a disseminação deste tipo de conhecimento é fundamental para o desenvolvimento do país”, afirmou o presidente do BRB, Vasco Gonçalves.

Lirando de Azevedo Jacundá, primeiro vice-presidente da Febrafite e coordenador geral do prêmio, destaca, ainda, a importância do apoio do BRB a este projeto. Ele conta que é servidor da secretaria de Fazenda e que foi presidente da Associação Local dos Auditores Fiscais, por cinco mandatos. “Durante essa gestão, sempre tive grande interesse em buscar o BRB como apoiador deste projeto, por se tratar de um agente público, de fomento, e que também visa à educação fiscal. Além disso, como grande parte dos tributos da cidade são pagos pelo BRB, nada mais justo que o Banco participar deste projeto e mostrar que o foco da Instituição também perpassa pelo fomento à cidadania. Isso é de suma importância para o desenvolvimento do estado e principalmente do Distrito Federal”, ressaltou.

O lançamento da edição do prêmio deste ano será realizado hoje (17). Instituições interessadas em participar do concurso podem inscrever-se a partir desta quarta-feira (18), até o dia 11 de julho, por meio do site www.premioeducacaofiscal.com.br. O regulamento e o formulário de inscrição também estão disponíveis neste endereço.
 
Logomarcado Banco de Brasília
O Banco de Brasília promove o prêmio
Premiação
Serão premiadas as cinco melhores iniciativas de educação fiscal em execução ou realizadas em 2015, de todo o Brasil, nas categorias: Escolas (Ensino Básico, Fundamental e Médio) e Instituições (universidades, ONGs e secretarias municipais de educação). 

Os cinco projetos vencedores receberão troféus, certificados, além de uma premiação em dinheiro no valor de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil reais para os três primeiros colocados na categoria Escolas; e R$ 10 mil e R$ 5 mil para os dois primeiros lugares na categoria Instituições. A solenidade de premiação será realizada no dia 9 de novembro.

Instituições premiadas em 2015
No ano passado, cerca de 100 trabalhos foram inscritos no projeto. Abaixo, lista dos trabalhos premiados em ambas as categorias:

- Categoria Escolas
1º lugar: “Gentileza Gera Gentileza e Cidadania”, da Escola Municipal Rosália Andrade da Glória, de Congonhas (MG);
2º lugar: “Educação Fiscal: Cidadania e Diversão”, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Antônio de Sousa Pedroso – Indígena Borari, de Santarém (PA);
3º lugar: “Educação para Cidadania Fiscal”, de Aparecida de Goiânia (GO), do Colégio da Polícia Militar Nader Alves dos Santos.

- Categoria Instituições
1º lugar: “Conciliar é Uma Atitude (Conciliação Fiscal Integrada)”, da Vara de Execução Fiscal do Distrito Federal (TJDFT);
2º lugar: “Projeto Conscientizar para Preservar o Mundo - Lições de Cidadania”, da Prefeitura da Estância Turística de Avaré (Secretaria Municipal de Educação).

Serviço
Lançamento do Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2016
Data: 17/5/2016
Horário: 19h
Local: ESAF




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as