Pular para o conteúdo principal

Brasil cai no ranking global de desenvolvimento humano da ONU

O Brasil perdeu uma posição no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) em 2014, ficando na 75ª posição, de acordo com informações da Folha de S.Paulo. Essa é a primeira vez que o país é rebaixado desde 2010. No total, são classificados 189 países com base em três indicadores: saúde, educação e renda.

O terceiro indicador foi o que fez o Brasil cair de posição. Em 2014, a rende anual per capita do brasileiro baixou de US$ 15.228 para US$ 15.175, um recuo de 0,23%. O rebaixamento não reflete, ainda, o agravamento da crise deste ano, e sim, a estagnação econômica de 2014.


O índice do IDH é medido por uma equipe do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), e varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor a qualidade de vida da população. O primeiro lugar da lista ficou com a Noruega, seguida da Austrália, Suíça, Dinamarca e Holanda.

O Brasil ficou atrás do Sri Lanka. A Venezuela, que encara problemas de inflação, ficou na frente na 71ª posição. Em último lugar na lista aparece o Níger, na África.

A coordenadora do relatório da ONU no Brasil, Andréa Bolzon, diz que a crise enconômica que o Brasil passa em 2015 impactará os resultados que serão divulgados no ano que vem. “A queda do ranking tem a ver com o ritmo de crescimento do país”, afirma.

Já em relação a expectativa de vida e a escolaridade, o Brasil continua crescendo desde 1990. O tempo que o brasileiro passa na sala de aula, comparado há 24 anos, subiu de quatro anos para sete. A expectativa de vida também aumentou: de 65 para 74 anos.

O relatório do IDH da ONU também destaca o sucesso do Bolsa Família, programa social do governo, e recomenda que ele seja replicado em outros países.

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Processo de Desenvolvimento Organizacional em 4 fases

Diagnóstico - Identificação do problema Através do contato com os dirigentes da organização, são identificados os problemas e as expectativas com relação à resolução dos mesmos.  Na seqüência, se inicia a fase de levantamento.  O objetivo da etapa de diagnóstico é fornecer uma situação inicial da organização. Plano de ação:  A definição do plano de ação ou estratégia de mudança deve se apoiar no diagnóstico realizado.  O plano de ação deve levar em consideração as metas e prazos, as técnicas de intervenção que serão utilizadas, os grupos-alvo e os resultados esperados.   Diagnóstico (Identificação do problema); Plano de Ação (estratégia de implatação); Intervenção (implantação das mudanças); Avaliação e controle Intervenção: A intervenção consiste em um conjunto de atividades previstas para os grupos-alvo.  O sucesso da intervenção depende do acerto da escolha da estratégia.  As atividades de intervenção compreendem também o processo de conscientização