Pular para o conteúdo principal

BRB apoia o I Congresso UnB de Contabilidade e Governança

O I Congresso UnB de Contabilidade e Governança é o primeiro encontro da região Centro-Oeste que trata, exclusivamente, de contabilidade, além de ser o terceiro realizado no Brasil.
De acordo com o gerente de patrocínio do BRB, João Eduardo Silveira, o tema contabilidade está diretamente relacionado à atividade das instituições financeiras: “A gestão contábil tem extrema relevância em qualquer negócio. Apoiamos este encontro, na expectativa de que as discussões tragam novos horizontes e novas soluções ao setor”.
O encontro, que acontece nos dias 26 e 27/11, conta com a presença de palestrantes internacionais (europeus e norte-americanos), especialistas reconhecidos e pesquisadores da área contábil. O objetivo é promover um intercâmbio de informações, comunicar os resultados de trabalhos e pesquisas realizadas recentemente, e fomentar novas pesquisas sobre temas que venham ganhando destaque.
O Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais da UNB é um dos responsáveis pela realização do evento. De acordo com a professora da UnB Mariana Guerra, a previsão inicial era de 200 participantes, porém, esse número deve ser maior, em razão das confirmações já feitas: “Estamos trabalhando de maneira inovadora. Convidamos palestrantes internacionais e quatro deles confirmaram e já chegaram ao Brasil. Todas as metas que estabelecemos para o evento foram atingidas. Portanto, agora, as energias estão focadas para o encontro”, afirmou a professora.
Mariana informou, também, que ainda restam 20 vagas para participar do Congresso. Quem tiver interesse, deve acessar o site www.ccgunb.org e realizar a inscrição.
Palestrantes
Dentre os participantes da Congresso, destaque para A. Rashad Abdel-Khalik, PhD em Contabilidade e atualmente professor na UIUC – University of Illinois at Urbana-Champaign, EUA; Mahmoud Ezzamel, PhD em Contabilidade e professor na University of Cardiff, Reino Unido; Jan Mouritsen, PhD em Contabilidade e professor na Copenhagen Business School – Dinamarca, onde é o Chefe do Departamento de Gestão Operacional; e Suresh Radhakrishnan,Mestre em Estatística, PhD em Contabilidade e Diretor de Pesquisa do Institute of Excellence in Corporate Governance da University of Texas at Dallas. Tem pesquisas publicadas nos principais jornais mundiais da área de contabilidade.

Durante o encontro, espera-se discutir cerca de 70 trabalhos nas seguintes áreas temáticas: Auditoria & Perícia; Educação & Pesquisa em Contabilidade; Contabilidade Financeira & Finanças; Contabilidade & Governança; Contabilidade & Sistemas de Informação; Contabilidade Gerencial; Contabilidade do Setor Público; Contabilidade Socioambiental e Contabilidade & Tributação.
Serviço
I Congresso UnB de Contabilidade e Governança
Data: 26 e 27/11
Local: Universidade de Brasília, Prédio da FACE, Asa Norte – Brasília/DF

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Processo de Desenvolvimento Organizacional em 4 fases

Diagnóstico - Identificação do problema Através do contato com os dirigentes da organização, são identificados os problemas e as expectativas com relação à resolução dos mesmos.  Na seqüência, se inicia a fase de levantamento.  O objetivo da etapa de diagnóstico é fornecer uma situação inicial da organização. Plano de ação:  A definição do plano de ação ou estratégia de mudança deve se apoiar no diagnóstico realizado.  O plano de ação deve levar em consideração as metas e prazos, as técnicas de intervenção que serão utilizadas, os grupos-alvo e os resultados esperados.   Diagnóstico (Identificação do problema); Plano de Ação (estratégia de implatação); Intervenção (implantação das mudanças); Avaliação e controle Intervenção: A intervenção consiste em um conjunto de atividades previstas para os grupos-alvo.  O sucesso da intervenção depende do acerto da escolha da estratégia.  As atividades de intervenção compreendem também o processo de conscientização