Pular para o conteúdo principal

Curva de Laffer: imposto alto, receita baixa. Assista ao vídeo e entenda

Você já ouviu falar na Curva de Laffer? Neste vídeo, Tom Groseclose, professor de Ciências Políticas e Economia da Universidade da Califórnia, explica o conceito de economia, desenvolvido por Arthur Laffer, um grande economista americano que lecionou na Universidade de Chicago e outras instituições. Muita gente não sabe, mas a Curva de Laffer se refere à carga tributária e, por isso, tem relação direta com a vida e o bolso das pessoas.


Segundo Groseclose, a curva ilustra as duas coisas mais importantes que devemos saber sobre tributos: quanto o governo consegue arrecadar por meio de impostos e em que nível de tributação a receita do governo começa a cair, em vez de aumentar. Ele conta que estudo de Christina Romer e seu marido David Romer, ambos professores de economia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, comprova que a receita do país começa a diminuir quando a carga tributária atinge os 33%. A pesquisa do casal americano foi publicada em “The American Econimic Review”, a revista de economia mais respeitada do mundo.

O vídeo foi produzido pela Prager University, que não é uma instituição acadêmica credenciada, mas uma plataforma on-line de promoção do conhecimento, que oferece cursos gratuitos com a intenção de tornar claras as ideias de pensadores de renome mundial sobre temas tão diversos como a ciência política, economia, história, filosofia e psicologia. Ficou curioso?







Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as