Pular para o conteúdo principal

Dois anos de Recessão

Qual a novidade dessa notícia? Nenhuma, mas porque a grande chance de se revitalizar nossas notícias é quase zero. Já há dois ou mais anos que convivemos com péssimas "manchetes" seja na área econômica, social, política ou internacional. 

A verdade é que a "marola" de notícias ruins tomou conta de nossas vidas. Por onde nos locomovemos nos deparamos com o medo e as incertezas proporcionadas por uma geração de gestores públicos corrompidos e sem moral que nos induzem ao erro.

Vivemos numa sociedade perdida, vivemos numa sociedade sem rumo, vivemos numa sociedade pessimista, mas não por motivação própria, pois o brasileiro é otimista por natureza.

Hamilton Silva: Blogueiro
A falta de moral é a principal razão de tantas mazelas. Mas o que isso tem haver com os dois anos de recessão (2015/2016)? Tudo. Não devemos , nunca esquecer o caráter de quem gerencia uma sociedade como a nossa (Continental, rica, multicultural). 

Não passa só por uma questão de conhecimento adquirido ou títulos acadêmicos. Trata por uma questão de moralidade, vontade política e assertivas desenvolvidas durante toda uma vida ou geração.

Nossos governantes, a maioria, foram violentados em suas mentes com uma cultura do jeitinho que migra para nossas crianças - inseridas/implantadas -  disseminando uma competitividade (disfarçada de saudável) complexa baseada nos que seus pais vivem e pregam, não somente no exemplo diário, mas em questionamentos impregnados por um pensamento "politicamente correto" contaminado e constante, recorrente que difama os bons costumes e destrói/inverte os papéis dos atores familiares. Por isso não acredito numa crise moral de apenas dois anos.

Essa "manchete" poderia ser meramente de Ciências Econômicas, mas não é; Ela é atemporal e pessimista.

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as