Pular para o conteúdo principal

Governador recebe bancada Federal

O governador Rodrigo Rollemberg recebeu, na tarde desta segunda-feira (2), parlamentares que integram a bancada do DF no Congresso Nacional. O encontro, no Palácio do Buriti, foi uma oportunidade para apresentar a situação financeira local aos representantes federais e discutir medidas que possam aumentar a arrecadação dos cofres públicos. “Queremos contar com o apoio da bancada para discutir problemas e ajudar a resolvê-los”, disse o governador.

Uma semana depois da "desfeita" com os deputados federais do DF, Governador abre agenda VIP

Rollemberg agradeceu aos presentes por terem apoiado projetos que possam representar geração de receita, como a proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda as regras do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em comércio eletrônico, encaminhada ao Senado Federal no mês passado.

O governador também pediu que todos se mobilizem para enfrentar o problema grave no orçamento: “Queremos assumir o compromisso de que, independentemente do partido político, de ser governo ou oposição, trabalharemos na execução das emendas dos parlamentares, porque isso será muito bom para o DF”.

O deputado federal Rogério Rosso (PSD) acrescentou: “Acredito que falo por todos aqui ao dizer que estamos dispostos a fazer com que os reajustes que foram contratados sejam pagos”.

Participaram da reunião o secretário de Relações Institucionais e Sociais, Marcos Dantas, o senador Hélio José (PSD) e os deputados federais Erika Kokay (PT), Izalci (PSDB), Rogério Rosso (PSD), Rôney Nemer (PMDB), Augusto Carvalho (SD) e Laerte Bessa (PR).

Além da expectativa para aumentar a arrecadação, Rollemberg e os parlamentares trataram de assuntos como a ação que visa recuperar e pavimentar o Setor Sol Nascente, em Ceilândia, a situação dos pagamentos atrasados aos servidores e a redução de gastos do governo.

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.