Pular para o conteúdo principal

A petrobras e o PMDB

Depois das grandes manifestações de 2013 e o cochilo do gigante em 2014 o ceticismo tomou conta desse que vos escreve, ainda mais em se tratando dos protagonistas descritos no título supracitado

O partido que tem o poder que o PMDB tem, já administrou ou manipulou um orçamento do tamanho do PIB da Argentina, não dá para creditar que seus dirigentes irão ficar à margem de alguma influência nas decisões e destino da maior empresa brasileira, a Petrobrás, seja para livrar os possíveis envolvidos no maior escandalo de corrupção do mundo, seja para a manutenção do projeto de poder já amplamente divulgado pelos agentes políticos e aliados com essa finalidade.

Rachou mas nem tanto
Dilma teria uma grande chance de abafar tudo com uma vitória do PT na presidência da Câmara dos Deputados o que não conseguiu, O quadro não está nada bom para o governo.

Resta saber se o interesse na constituição de uma CPI da Petrobrás na CD é a de se criar um palanque para desviar as atenções livrar a cara de muitos parlamentares envolvidos ou o empenho será definitivamente de auxiliar a justiça w recuperar o patrimônio desviados pelo "petrolão".

Para muitos o impeachement parece iminente, mas o meu ceticismo é muito maior. Se acontecer, quem irá ficar na presidência? Não seria o antigo MDB?

O projeto de permanência no poder não será entregue sem uma batalha sangrenta e sem que muitos recursos financeiros e políticos sejam destinados à permanência dos figurantes dessa trama cinematográfica.

Fica a dica para nossos cineasta e quem sabe com patrocínio de nossa ?

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as