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Segundo turno é briga de cachorro grande, de profissionais


Flertando com grandes "raposas" do passado, venho dizer o seguinte: Política é para profissionais

Marina foi uma decepção, teve uma grande chance depois da tragédia da morte de Eduardo Campos. O que dirão agora aqueles que profetizaram a vitória da mulher  enviado por Deus?

Aécio se doou e trabalhou, foi premiado. Dilma já parecia conformada com seu patamar de voto no primeiro turno e intensificou seu trabalho de rua em  lugares onde teria sua vitória nesse primeiro turno, fidelizando assim, o eleitor do  segundo turno. Foi inteligente.

A disputa será intensa e não terá as distrações dos "nanicos". Chegou a vez dos profissionais. Profissionais responsáveis pela construção do Brasil nos últimos vinte anos. Profissionais responsáveis pela desenvolvimento, mas principalmente pelos dois maiores escândalos da história do País.

Ninguém deve ficar de fora do grande debate. A nação mudou muito, o eleitor já está mais maduro e vai surpreender novamente os Institutos de Pesquisas e muitos daqueles que  se consideravam dentro da disputa no segundo turno. Devemos considerar os pleitos para os governos estaduais e suas correlações de força.

Não acredito em baixaria nesse segundo turno. Acredito que os debates serão discutidos em grande tom e que minhas previsões para o segundo turno estão ameaçadas (prognóstico que fiz em outro post que a presidente venceria). A presidenta Dilma corre sérios riscos de não voltar para o Palácio da Alvorada tudo porque o Gigante está acordado, mas não faz barulho nem esperneia.

Reitero o que disse até agora, o Lula escolheu mau sua sucessora e com a vitória de Geraldo em São Paulo e fim das eleições no primeiro turno. Poderá sim participar e ser o fiel da balança nesse segundo turno. O outro profissional (personalidade) que está por detrás dos bastidores, FHC, terá papel preponderante na multiplicação do conteúdo que "ganhe" os da Rede e dos partidos excluídos-eliminados na segunda fase das eleições.

Profissionais à parte, todos nós teremos que ser mais objetivos e pragmáticos com nossos votos e palavras de cidadania.   

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