Pular para o conteúdo principal

2014, tem no Orçamento, destinados 264 milhões para o Trem balaa

Orçamento de 2014 prevê R$ 267 milhões para projeto do trem-bala16/08/201316:19    O ministro dos Transportes, César Borges, disse nesta sexta-feira (16) que o Orçamento do governo federal para 2014 prevê o gasto de R$ 267 milhões para investimento no projeto executivo do primeiro trem-bala brasileiro, que deve ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, e cujo leilão, marcado para setembro, foi adiado nesta semana pelo governo por tempo indeterminado.Em entrevista concedida a jornalistas em Brasília, Borges negou a informação, publicada nesta sexta pelo jornal “O Globo”, de que, mesmo sem sair do papel, o trem-bala deve custar aos cofres públicos pelo menos R$ 1 bilhão até o fim do governo da presidente Dilma Rousseff, sendo R$ 900 milhões com a preparação do projeto executivo. Segundo o jornal, a informação foi dada pelo presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, resposável pelo trem-bala.

HISTÓRICO DO TREM-BALA
2009 - 
Governo prevê leilão do trem bala em maio de 2010 e inauguração em 2014Julho de 2010 - Governo Lula anuncia 1º leilão do trem-bala para 16 de dezembro de 2010Novembro de 2010 - Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) adia leilão para 29 de abril de 2011Abril de 2011 - Leilão é adiado por mais 3 meses, para 11 de julho de 2011Julho de 2011 - Governo não recebe propostaspara o leilão do trem-balaJulho de 2011 - Após fracasso na 1ª tentativa de leilão, governo decide dividir licitação em duas etapasDezembro de 2012 - A ANTT marca oficialmente o leilão para 19 de setembro de 2013“Não haverá este gasto [de R$ 900 milhões com o projeto executivo], posso afirmar a vocês. Se eventualmente tiver necessidade de mais ou não [do que os R$ 267 milhões previstos no Orçamento], vamos avaliar. Mas nunca chegaremos a esse número [de R$ 900 milhões], posso afiançar a vocês”, disse o ministro.De acordo com Borges, o número informado pelo presidente da EPL ao “O Globo” é “apenas uma estimativa com base no valor do projeto.” Ele não soube dizer qual é a real expectativa do governo para o custo do projeto executivo, mas apontou que há “uma determinação política” para que ele não ultrapasse os R$ 267 milhões.Borges voltou a dizer que o governo não desistiu de leiloar o primeiro trem-bala brasileiro.
Nesta semana, o ministro anunciou mais um adiamento da primeira licitação, para contratar a empresa que forneceria a tecnologia e seria a operadora do veículo, marcada para setembro.“O governo adiou o projeto mas não abriu mão dele. O projeto vai andar. Não tenho dúvida de que o Brasil tem necessidade e vai ter o trem-bala nesse eixo Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro”, disse.CustoA estimativa da EPL é que o custo total do projeto do trem de alta velocidade (TAV) fique em R$ 35,637 bilhões. Esses gastos, no entanto, incluem a primeira etapa da licitação do empreendimento, relacionada à compra de trens, vagões e serviços complementares, a um custo de R$ 8,7 bilhões – fase que inclui a contração da empresa que será responsável por implementar a tecnologia do trem de alta velocidade e operar o serviço pelo prazo de concessão de 40 anos – e as obras de construção civil, que deverão consumir R$ 26,9 bilhões.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.