Pular para o conteúdo principal

EM DEFESA DOS QUE GOSTAM DE ESCREVER

Estou lendo em alguns blogs e sites que alguns jornalistas e algumas entidades de classe  estão se rasgando de tanto ódio e amargura com a decisão do STF de cancelar a necessidade de diploma para se exercer o jornalismo.
Caros, isso é uma tremenda bobagem. Bem verdade que é preciso ter compromisso e responsabilidade, mas daí chegar no histerismo é absurdo. O diploma diante de tanta vaidade acaba sendo um detalhe "importante" para quem? Para quem não tem competência e se esconde atrás do título e principalmente para aqueles jornalistas que se passam por: economistas, administradores, políticos e tomam um papel social,muito maior do que realmente deviam tomar.
Óbvio que não estou me referindo sobre a emissão de opinião, onde no Brasil, democrático, qualquer um pode e deve emitir opinião. Se conseguir "colocar no papel" melhor ainda. Neste caso ainda melhor que não seja "expert" de academia, mestre em manobrar as palavras. 
Segundo STF qualquer um pode exercer a função de jornalista, inclusive o ex presidente e ex metalúrgico,qual o problema nisso? Desde que se prepare para isso qual o problema? Não precisa de diploma.
A qualificação mínima pode se adquirir concluindo qualquer curso. Já li inúmeros textos de  engenheiros sobre construção ou cálculo, e sinceramente, os textos são   melhores que muitos textos de jornalistas o "cara" conhece do que está escrevendo ele tem o diploma adequado para escrever sobre aquele tema. Absurdo é ver jornalista escrevendo sobre economia ou administração sem se quer ter ouvido falar em oferta e demanda.
Penso que quem ganha é a nação. E não falo por causa própria, pois brinco aqui, de escrever , nunca como profissional e sempre achei uma classe (jornalistas) cheia de arrogância se achando em muitos casos dono ou donas da verdade absoluta. Talvez isso diminua o corporativismo e a chantagem.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Bolsonaro ensaia ‘dobradinha’ com Ibaneis

  Foi hoje na posse do novo ministro Ciro Nogueira cacique do PP que Jair Bolsonaro disse:   “Dispenso comentários. Nós aqui somos um só governo. União e Distrito Federal é um casamento perfeito” , declarou Bolsonaro aos presentes na solenidade. O horizonte eleitoral é muito mais curto que os trezes meses até o pleito. Ibaneis Rocha (MDB) para governador e Jair Bolsonaro para presidência seria uma chapa imbatível no Distrito Federal. Ambos foram muito bem sucedidos em 2018  no quadrado do Planalto Central. Bolsonaro teve 69,99% cerca de 1.080.411 votos no segundo turno e Ibaneis Rocha recebeu 1.042.574 votos – o equivalente a 69,79% dos votos válidos. Bolsonaro é “raposa felpuda” com mais  de trinta anos de vivência  no Congresso Nacional e apesar de Ibaneis ter conquistado o seu primeiro mandato vem surpreendendo com quase 3 anos de uma gestão positiva ou do “bem”. O resultado eleitoral em 2018 jamais poderá ser ignorado sob pena de se repetir a derrocada de seus opositores. Opositore

Verdade nua e crua

 O jogo político está empatado, os atores da política nacional jogam no limite possível.  Não há como destituir o presidente Jair Bolsonaro do seu cargo. A oposição já sabe disso. Não vai trabalhar por impeachement , pois todas ações neste sentido passam pela aprovação da Câmara dos Deputados e o presidente Arthur Lira já deu sinais diferentemente de Rodrigo Maia  de ser um "homem de palavra".  Bolsonaro está acastelado. Ele tem o cargo de Presidente da República, o que não é pouca coisa, tem as ruas, os movimentos de milhões, ignorados pelos jornais e tem as Forças Armadas. Muito dificil derrubar. A oposição só tem uma chance de vencer Bolsonaro: Fraudando as Urnas e por isso o ponto de equilibrio desse jogo é a aprovação ou não da PEC 135/2019.  As estratégias adotadas pela oposição revelam o total desespero dos atores políticos, isto porque mal aprofundam as ações em curso como foi o caso do impeachement na Câmara dos Deputados e já implementam outra seguida do insucesso.