Pular para o conteúdo principal

RENDA FIXA O QUE É?

São todos os Títulos de Renda Fixa, que como o nome sugere, são Títulos que pagam, em períodos definidos, uma certa remuneração, que pode ser determinada no momento da aplicação ou no momento de resgate, ou seja, no final da operação.
Dentre os exemplos de RENDA FIXA temos: Caderneta de Poupança, Certificados de Depósitos Bancários os CDB's, Títulos do Tesouro, Letras do Tesouro e Títulos de Créditos.
Quando se compra um Título de Renda Fixa, na verdade está se emprestando dinheiro ao emissor do título, que pode ser um Banco, o Governo ou empresa. O juros do título são  a remuneração paga por esse empréstimo.

Comentários

junior lopes disse…
Olá. Estou atuando como divulgador de uma empresa chamada FR Promotora,
e estou a procura de pessoas com mentes e atitudes empreendedoras, que queiram trabalhar em casa, para fazerem parte da minha equipe de divulgação!
A FR Promotora trabalha juntamente aos maiores bancos, financeiras e seguradoras do Brasil, e é especialista em soluçoes financeiras, como: Emprestimos consignados, seguros, planos de saude, previdencia privada, e tem uma excelente oportunidade de renda extra, que desde 2004 vem cadastrando pessoas de todo o Brasil!
Já temos milhares de cadastrados em nosso sistema de renda extra!
apenas um investimento de R$ 25,00 poderá mudar sua vida financeira!
Nao epreciso vender ou comprar para poder começar a ter ganhos entre em contato msn juniorrendaextra@hotmailk.com, ou email man21sp@ig.com.br acesse http://www.frpromotora.com/JuniorSO639827

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as