GDF TENTA LUDIBRIAR TRABALHADORES COM PDV EM EMPRESAS PÚBLICAS


ESSE FILME JÁ PASSOU ..... em audiência pública realizada em 23/09 na CLDF
Muito se fala do governo dos trabalhadores. Partido dos Trabalhadores. Dos trabalhadores? Por sobre uma capa de santidade e de bonzinhos, todos queles que foram eleitos pelos próprios trabalhadores, agora se veem acuados com tantas propostas privatistas e anti sociais. Um dos deputados que propôs essa audiência pública, na Câmara Distrital, diz que quer renovar o quadro de funcionários. Então por que não realiza novos concursos públicos?

"Temos de estimular o governo a encontrar uma saída digna para milhares de trabalhadores que já deram a sua conta de contribuição e sacrifício ao Estado, sem, contudo, tentar resolver o problema a partir de uma visão muito particular, sem pensar em políticas mais amplas e consequentes, o que fragilizaria a administração pública", afirmou. Quem disse que esses trabalhadores não querem continuar operando em bem da sociedade? 

Participaram dos debates secretários de governo, sindicalistas, associações de servidores e representantes de empresas como a Ceasa, Codeplan, Emater, Metrô, TCB, entre outras.

O secretário de Administração do DF, Vilmar Lacerda, adiantou que o governo pretende analisar caso a caso as situações de implantação de PDVs e aprová-los somente quando for justificável, "sem nenhuma preocupação em diminuir o Estado". "Não vamos simplesmente estimular a saída de servidores, sem prepará-los para o que vem depois", justificou. Ora, senhor secretário não tem mais que justificar na administração pública?  Gerir os recursos públicos, não passa por auto promoção nem justificativas eleitoreiras.
Vários participantes demonstraram preocupação com o fato de a grande maioria das empresas públicas do DF não contar com programas de previdência complementar, o que contribui para a queda na renda dos servidores que deixam as empresas.
Os PDVs implementados até agora por empresas como a Novacap e a Emater/DF forneceram incentivos como o pagamento de um percentual de até 70% dos salários por um período de até 100 meses (9 anos e quatro meses), paralelamente com os salários que os empregados passam a ter da Previdência Social.  
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