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Presidente da Vale é agente político e presidente chapa branca


Leve até demais

Com fisionomia simpática e de uma simplicidade única, Murilo Ferreira, foi entrevistado por Kennedy Alencar neste domingo no programa "É Notícia" da Rede TV e se destacou pela objetividade e pela forma "lisa" de como escapou das perguntas mais capciosas do entrevistador.
Quando foi perguntado sobre ser indicação da presidenta Dilma ele disse que fora indicado pela modesta contribuição que deu, nos últimos anos de desempenho espetacular da empresa.
Com muita desenvoltura discorreu sobre a economia internacional e se superou quando comentou os estilos de negociar do japonês, do chinês e do americano. E quanto a este último potencial parceiro, o presidente da maior empresa privada brasileira, disse lamentar a falta de sensibilidade dos norte americanos com o mercado latino americano e em particular com o Brasil.
O livro que destacou foi 'Perdas Necessárias' de Judith Vorst. Livro que prepara o espirito para lhe dar com perdas e um melhor desenvolvimento emocional, talvez o atual presidente estivesse preparando o espírito para administrar sem o Roger Agnelli, que teve um desempenho invejoso e muito difícil de se alcançado à frente da Vale, mas que despertou muita curiosidade e ciúme no comando daquela que é a maior  da América Latina no seu ramo de negócio.
Mineiro e muito polido pincelou sobre os projetos da empresa, mas não revelou o que todos nós queríamos saber. A estratégia de como poderá atingir sua metas.
Foi alinhado com Eike Batista  ao afirmar que impostos são elevados e deixou claro que o governo não aumentará os tributos que prejudiquem os projetos futuros da empresa de que ele é "funcionário".

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