Pular para o conteúdo principal

CEB tem R$800 milhões de rombo

Recomeçar é preciso nas empresas do GDF


Com investimento previsto no sistema de distribuição até 2014 de R$ 540 milhões, a CEB receberá pelo menos R$ 82 milhões da Terracap para construir os sistemas de energia para o novo Estádio Nacional e para o Parque Tecnológico Capital Digital. E está negociando a eletrificação do Noroeste, contrato na faixa dos R$ 100 milhões.

A estratégia usada por pelo governo de José Roberto Arruda, para privatizar a Companhia do Metropolitano do DF é utilizada na depreciação da Companhia Energética de Brasília (CEB). E se formos analisar outras empresas do GDF verificamos que foi a mesma estratégia, para vender o BRB.

Foi assim que o presidente da CEB, Rubem Fonseca encontrou aquela que já foi considerada pela Revista Exame como a melhor Concessionária de Energia do Brasil.

1) Dívida de R$ 800 milhões; 

2) Pouquíssimos investimentos no sistema de distribuição, envelhecido e com as redes sobrecarregadas, as subestações operando acima de seus limites; 

3) Quatro diretorias em três anos, provocando descontinuidade administrativa e desmotivação dos servidores; 

4) alto grau de irregularidades, que acabavam contaminando diversos setores da empresa;

5) perda de quadros técnicos importantes, devido a um programa de demissão voluntária e aposentadorias sem substituição; 

6) é a concessionária mais multada do Brasil pela Agência Nacional de Energia, algo em torno de R$ 57 milhões;

7) imagem ruim.


O que está sendo feito pelo gestor

Horas extras exageradas foram proibidas;

Contratos com prestadores de serviços foram revistos;

Pediu a intervenção do governador junto aos órgãos do GDF para pagarem suas contas junto à CEB, dívida esta que chegava próximo dos R$203 milhões;

A dívida de R$ 800 milhões será refinanciada pelo GDF, com a participação do BNDES. 







By: blog do Hélio Doyle
http://www.meiaum.com.br/index_blog.php?blog=3

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NOTAS FISCAIS DA NET PUB TEM CARIMBOS DIFERENTES EM OUTROS GABINETES

Filipe Nogueira Coimbra, ex-servidor do gabinete da deputada Sandra Faraj e proprietário da NetPub, nega que tenha atestado o recebimento na última nota fiscal, que emitiu durante contrato de prestação de serviços com a parlamentar. Segundo ele, o carimbo não confere com o modelo utilizado pela empresa, nem mesmo a assinatura. Mas documentos similares, aos quais o blog teve acesso, mostram que a prática é comum entre seus clientes. Um deles foi emitido em janeiro deste ano, a um deputado federal de São Paulo, observem que a assinatura é bem diferente daquelas que Filipe aponta como original e,  carimbo utilizado apenas o ateste de PAGO. Filipe precisa esclarecer também porque trabalhou por quase dois anos no gabinete da parlamentar e só agora, após a exoneração, tirou da gaveta a suposta cobrança dos valores. A ligação de Filipe e o ex-chefe de gabinete, Manoel Carneiro, também deve ser desvendada, ainda mais agora depois que o Correio Braziliense revelou vídeo que flagrou

Monopólio Artificial e Monopólio Natural, você sabe qual a diferença?

Hamilton Silva é jornalista e economista O monopólio natural  Um monopólio pode ser natural ou artificial.  No primeiro caso, o monopólio é consequência de que é o monopolista que melhor oferta o valor – um bem ou serviço – naquele contexto. O monopólio natural não conta com nenhuma barreira protetora ou privilégio; é simplesmente a melhor das possibilidades disponíveis no momento. Isto é, dadas às circunstâncias, qualquer um pode tentar competir diretamente com o monopolista, mas enquanto não ocorre isso é ele quem melhor satisfaz as necessidades dos consumidores, dadas as alternativas.  Se certo cirurgião é o único cirurgião no mundo que realiza o transplante de um determinado órgão vital, ele detém o monopólio desta habilidade. Do mesmo modo, outros valores cuja oferta é naturalmente restrita são monopólios naturais.  Se um monopólio natural traz ao monopolista benefícios especialmente grandes, estes benefícios chamarão a atenção da sociedade, que canaliza

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as