Pular para o conteúdo principal

A mobilização precisa continuar. Para o preço da gasolina ficar justo e para as passagens de ônibus não aumentar.

Não, o consumidor do DF não precisa de uma explicação; Já ficou comprovado por várias vezes que o poder de mobilização da sociedade transforma atitudes ilegais, criminosas em conquistas e respeito. Vejamos lá atrás quando criticamos e fomos cúmplices do governo Sarney. Minha mãe foi fiscal dele. Nunca deixamos de acompanhar de forma decisiva as políticas econômicas e suas mazelas. Vejam o barulho produzido por consumidores nos últimos dias contra o aumento abusivo do combustível. Podemos avaliar que de alguma forma as autoridades e os empresários do ramo tiveram que recuar em seus atos e até mesmo no seus argumentos, só não recuaram em acusar e responsabilizar o governo e o próprio consumidor (dirigentes dos empresários dizem que a frota de carros cresceu demais e um aumento do ICMS provocou o aumento) por seus atos cometidos de forma ilegal e intempestiva. Hoje se lê em vários jornais que em 3 capitais o preço do Etanol (álcool anidro) já está mais vantajoso que preço da gasolina. Esses estados são os primeiros a sentirem o peso das reclamações, mas também são os primeiros a receberem etanol com preço diferenciado. A impressão que se tem é que esse combustível nunca vai chegar ao Distrito Federal, pois pasmem o segundo estado a baixar o preço é o estado do Mato Grosso e olha que a distância é bem maior. 
Em tempo: O sindicato das empresas de transportes público de Brasília está com um estudo pronto e bastante detalhado sobre o consumo e os "desgastes" que o setor vem tendo nos últimos anos. Sugerem um aumento de quase 50% nas passagens de ônibus. Alegam também que o preço do combustível tem subido constantemente. Em entrevista no programa Conta Corrente da Globo News de 13 de maio o presidente da Federação dos Combustíveis, Paulo Miranda, afirmou que o diesel foi único combustível que não teve aumento nos últimos quatro anos e que estão satisfeitos com esse preço porque o Brasil é alto consumidor - 80% do transporte de carga -e a economia é bastante punjante, pois a frota e a malha viária contribuem para a estabilização do preço. Fica o recado.

Comentários

SONHADOR disse…
Hamilton o povo tem que se mobilizar e protestar de forma ainda mais forte, nos os consumidores finais queremos preços justos, que o governo reduza os impostos, que a margem de lucro dos postos sejam menores, que seja incentivada a produção de etanol...o importante é atender a demanda, já falta estrutura para atender tantos veiculos nas ruas e pode faltar combustivel...não há porque segurar o crescimento da economia do pais...apesar de estamos com a polica contracionista...
Hamilton Silva disse…
Olá Sonhador,
Primeiro quero pedir desculpas pela demora para responder. Em segundo dizer que você está muito correto quando diz qeu não podemos "segurar o crescimento". Agora digo a você que o desenvolvimento sustentável e uma maior participação social do grandes temas fará do Brasil um grandioso país..... mais do que é hoje!
Abraço

Postagens mais visitadas deste blog

ECONOMIA E A LEI DA ESCASSEZ

Introdução Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física - a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade. Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os "bens livres". Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça. Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados "bens econômicos". Por exemplo: as 

Processo de Desenvolvimento Organizacional em 4 fases

Diagnóstico - Identificação do problema Através do contato com os dirigentes da organização, são identificados os problemas e as expectativas com relação à resolução dos mesmos.  Na seqüência, se inicia a fase de levantamento.  O objetivo da etapa de diagnóstico é fornecer uma situação inicial da organização. Plano de ação:  A definição do plano de ação ou estratégia de mudança deve se apoiar no diagnóstico realizado.  O plano de ação deve levar em consideração as metas e prazos, as técnicas de intervenção que serão utilizadas, os grupos-alvo e os resultados esperados.   Diagnóstico (Identificação do problema); Plano de Ação (estratégia de implatação); Intervenção (implantação das mudanças); Avaliação e controle Intervenção: A intervenção consiste em um conjunto de atividades previstas para os grupos-alvo.  O sucesso da intervenção depende do acerto da escolha da estratégia.  As atividades de intervenção compreendem também o processo de conscientização

Economia - Função de Oferta

FUNÇÃO DE OFERTA  PODE-SE CONCEITUAR OFERTA COMO SENDO AS VÁRIAS QUANTIDADES QUE OS PRODUTORES DESEJAM, OFERECER AO MERCADO EM DETERMINADO PERÍODO DE TEMPO EM FUNÇÃO DE PREÇO (Px). Seja os dados abaixo uma escala de oferta PREÇO (Px) QUANTIDADE OFERTADA (x) 1,00 1.000 3,00 3.000 6,00 6.000 8,00 8.000 10,00 10.000 OUTRAS VARIÁVEIS QUE AFETAM A OFERTA X= OFERTA Px= Preço do bem ofertado Pi = Preço de Insumos (fatores de produção); T = Tecnologia  X =f (Pi)  à X=f (Px, Pi,T) EQUILIBRIO DE MERCADO A lei da oferta e demanda (procura): Tendência de Equlibrio Pts. PREÇO (Px) PROCURA OFERTA SITUAÇÃO DE MERCADO A 1000 11000 11000 Excesso de demanda (escassez oferta) B 3000 9000 3000 Excesso de demanda (escassez de oferta) C 6000